terça-feira, 1 de março de 2011

Fatos sobre Miopatias Mitocondriais (PARTE 4)

Olá! Como vai?
Demorou um pouco, mas cá estou com mais informações relevantes aos portadores de miopatia mitocondrial. Agora, um pouco sobre COMO TRATAR A DOENÇA. O mais curioso é que eu mesma fiquei surpresa ao ler boa parte das informações, mas principalmente as que falam sobre comprovação científica. Infelizmente não posso dizer se esta postagem será um consolo ou um desalento ao querido leitor que busca respostas. Só posso dizer que, diante do que li no texto abaixo, vou procurar mais informações, talvez mais recentes inclusive, que possam dar a você e a mim uma dose a mais de esperança de obter uma qualidade de vida melhor. Ainda que não esteja me queixando, pois me encontro num grupo em que os efeitos da miopatia mitocondrial estão entre os mais amenos, querer e lutar pelo melhor para si e para os outros é algo inerente ao ser humano (pelo menos àquelas pessoas queridas com quem convivo é, rsrsrs...). Assim, vamos nessa! Que comecem as buscas!
Abraços carinhosos!
Larissa Martin.

Como as doenças mitocondriais são tratadas?
Enquanto as miopatias e encefalomiopatias mitocondriais são relativamente raras, algumas de suas potenciais manifestações são comuns na população em geral. Consequentemente, essas complicações (incluindo problemas cardíacos, derrames (ou AVC), convulsões, enxaquecas, surdez e diabetes) têm tratamentos altamente eficazes (incluindo medicamentos, mudanças na dieta e no estilo de vida).  (Veja também a sessão “Questões especiais em crianças” na postagem anterior)
Por sorte, esses sintomas tratáveis são, muitas vezes, as complicações das doenças mitocondriais que mais oferecem risco à vida. Com isso em mente, as pessoas afetadas por doenças mitocondriais podem fazer muito por si próprias monitorando sua saúde e agendando exames médicos periódicos.
Ao invés de se concentrar em complicações específicas das doenças mitocondriais, alguns tratamentos mais recentes e ainda não totalmente comprovados têm como objetivo restaurar ou ignorar as mitocôndrias defeituosas. Esses tratamentos são suplementos alimentares baseados em três substâncias naturais envolvidas na produção de energia ATP em nossas células.
Embora não funcionem para todos, elas realmente conseguem ajudar algumas pessoas. (Sempre consulte seu médico para ver qual o melhor tratamento para o seu caso).
Uma dessas substâncias, a creatina, normalmente atua como uma reserva de ATP formando um composto chamado fosfato de creatina. Quando a demanda de uma célula por ATP excede a quantidade que suas mitocôndrias conseguem produzir, a creatina pode liberar fosfato (ou “phosphate”, isto é, o “P” da sigla ATP) para rapidamente aumentar o suprimento de ATP. Na verdade, o fosfato de creatina (também chamado de fosfocreatina) tipicamente fornece a explosão inicial de energia ATP exigida pela atividade muscular intensa.
Outra substância, a carnitina, geralmente melhora a eficiência da produção de ATP inserindo moléculas de combustível importantes nas mitocôndrias, e eliminando alguns dos subprodutos tóxicos da produção de ATP. A carnitina está disponível como um suplemento encontrado em farmácias e drogarias comuns e de manipulação, chamado L-carnitina.

Miopatias mitocondriais podem ser herdadas geneticamente e a severidade de sua manifestação pode variar entre os membros da mesma família
Finalmente, a coenzima Q10 ou coQ10, é um componente da cadeia de transporte de elétrons, que usa oxigênio para fabricar ATP. Algumas doenças mitocondriais são causadas pela deficiência de coQ10 e há boas evidências de que a suplementação de coQ10 é benéfica nesses casos. Alguns médicos acham que essa suplementação de coQ10 também pode amenizar outras doenças mitocondriais.
Suplementos de creatina, L-carnitina e coQ10 são, com frequência, combinados em um “coquetel” para o tratamento de doenças mitocondriais. Embora haja pouca evidência científica de que esse tratamento funcione, muitas pessoas com doenças mitocondriais relataram leve melhora do quadro. Você deve consultar seu médico antes de tomar qualquer medicação ou suplemento.

14 comentários:

  1. Larissa estes suprimentos podem fazer algum mal para quem tem MG? vc sabe?
    muito legal esta postagem.

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  2. Muito o bom o seu blog...eu também tenho a miopatia mitocondrial...sinto cansaço excessivo, intolerância a exercício físico, dores musculares, paralisias alternadas...também tenho um blog http://susuvirtual.blogspot.com/ se quiser me seguir fique a vontade!

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  3. oi achei seu blog super interessante minha filha é portadora de uma sindrome chamada sindrome de leigh.
    ela faz uso de l carnitina,coenzima q 10,riboflavina,vitamina b 1,esta sindrome é mitocondrial.
    visite blog dela quando puder .http;raquelethais.blogspot.com

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  4. Larissa, estou fazendo algumas pesquisas por conta propria e gostaria de trocar algumas ideias com você, meu e-mail é eduardo-samuel@hotmail.com

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  5. Este comentário foi removido pelo autor.

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  6. Olá Larissa sou wesley quiroprata da conexão editorial,estou mandando uma matéria sobre kinesio tape ,no tratamentos das miopatias.

    Kinesio Tapping
    O método do kinesio Tapping basea-se nos conhecimentos da cinesiologia, reconhecendo a importância do corpo e movimentos corporais para a reabilitação e vida diária. Dado a esse motivo idealizou-se a escolha do nome.
    Usando esparadrapos elásticos descobriu-se que os músculos e outros tecidos,como o circulatório, podiam serem ajudados por uma assistência externa.
    Objetivos
    Suporte muscular: melhora a contração muscular, reduz a fadiga, reduz hiperextensão, diminui as câimbras e a possibilidade de lesões musculares, melhora a amplitude de movimento e alivia a dor.
    Remoção da congestão linfática
    Ativação do sistema endógeno analgésico
    Correção de problemas articulares: ajusta desalinhamentos causados por espasmos e ou músculos encurtados, normalização tônica, melhora a amplitude de movimento e alivia a dor
    Na Equoterapia é utilizado como suporte muscular e na correção de problemas articulares.




    Kinesio-taping nos músculos abdominais oblíquos, uxiliando na estabilização pélvica. Kinesio-taping nos músculos abdominais oblíquos, auxiliando no fortalecimento muscular



    Kinesio-taping ativando a musculatura paravertebral
    favorecendo a retificação postural

    - Kase K.D.C. Illustrated Kinesio Taping- 3º Edition. Ed Ken’ I-Kai Tókio 2000

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  7. Olá Larissa estou mandando um depoimento de quem está se tratando há dois anos com quiropraxia no caso de miopatia mitocondrial.
    Oi, eu sou Tony e eu tenho vindo a Quiropraxia Murphy Centro para os últimos meses. Nos últimos 2 anos tive uma doença chamada miopatia mitocondrial. Este conditoin tem um grande número de efeitos secundários que pode acontecer com cada caso individual. Ela pode causar fraqueza muscular, cãibras, falta de resistência a fadiga, e até mesmo falta de equilíbrio. No meu caso, que causou minha pálpebra cair, fazendo com que minha visão fraca. Eu também experimentou uma perda de energia e achou difícil fazer atividades do dia a dia. Muitas vezes eu tive que tirar sonecas à tarde. Depois de tentar encontrar respostas com o oftalmologista e opthomologist sem resultados, eu fui a um neurologista. Depois de todos os tratamentos e testes, nada melhorou. O neurologista 3 decidiu que eu precisava para tentar uma abordagem diferente e me encaminhou para Murphy Chiropractic Center. O pessoal do escritório, Missy e Ginger, são muito simpáticos e prestáveis. Dr. Rackley é muito profissional e dedicada a ajudar as pessoas. Entre os suplementos nutricionais e de cuidados de quiropraxia, eu vi uma melhoria drástica comigo mesmo. Meu olho fica aberto melhor e eu tenho muito mais energia. Se você está procurando resultados positivos faça quiropraxia!!!!!!!!!!


    wesley de oliveira
    quiroprata


    rua jorge caixe n371 sala 08
    tel-011-46148815/053920965

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  8. Larissa vou mandar meu E-mail se quiser cominicar .


    quiroshealth@hotmail.com

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  9. LARISSA estou mandando uma matéria sobre vitamina D que auxilia no tratamento de miopatia mitocondrial.
    A miopatia produzida por deficiência de vitamina D apresenta quadro clínico característico de dor muscular difusa e fraqueza, dificuldades na marcha e em atividades mais simples como se levantar de uma cadeira, sendo a vitamina D, portanto, importante para manutenção da massa, da força e da velocidade de contração do músculo esquelético. Em humanos, encontraram tempo de contração e relaxamento mais lentos em pacientes com miopatia por deficiência de vitamina D do que em controles normais. Estes achados são condizentes com a biópsia muscular de pacientes com osteomalácia que mostra atrofia de fibras musculares do tipo II, cuja principal característica funcional é a contração rápida. Este mesmo tipo de atrofia muscular foi revertido após 6 meses de tratamento com um análogo sintético da vitamina D, o 1 alfa-hidroxicolecalciferol, que promoveu aumento tanto no número relativo como na área de secção transversa das fibras do tipo II.

    A hipovitaminose D caracteriza-se por níveis séricos de 25OHD abaixo do limiar considerado suficiente para manutenção de uma secreção normal de PTH pelas paratiróides. Na deficiência de vitamina D já se evidenciam as alterações histológicas clássicas da osteomalácia e raquitismo, com deficiente mineralização da matriz osteóide, além de aumento acentuados dos níveis de PTH. Nesta situação, a hipocalcemia e hipofosfatemia podem ser manifestas. Dentre os fatores de risco para a hipovitaminose D nesta população podemos destacar a dieta pobre em vitamina D, a baixa exposição solar, a diminuição da eficiência da síntese cutânea, assim como da absorção intestinal, e a redução da atividade da 1α-hidroxilase renal, que acompanham o envelhecimento, além de terapia com anticonvulsivantes e/ou outras drogas que interfiram no metabolismo da vitamina D. Paralelamente à deficiência de vitamina D, os idosos apresentam freqüentemente uma diminuição da massa muscular, causada por
    redução tanto no tamanho como no número de fibras musculares, sendo que as fibras do tipo II (contração rápida) são mais afetadas que as fibras do tipo I (contração lenta). Associada a esta perda ocorre também diminuição da força muscular, ambas repercutindo negativamente no desempenho funcional e aumentando o risco de quedas e fraturas nesta população. Existem evidências de que a presença de baixos níveis plasmáticos de vitamina D estaria envolvida na fraqueza muscular associada ao envelhecimento.

    Há várias evidências de que a vitamina D participa de dois aspectos importantes da função neuro-muscular: a força muscular e o equilíbrio. Especialmente no que se refere à célula muscular esquelética, sabe-se que a vitamina D atua através de um receptor específico, exercendo ações que envolvem desde a síntese protéica até a cinética de contração muscular, que repercutem na capacidade de realizar movimentos rápidos que evitam uma queda. No entanto, ainda há muito a ser descoberto sobre o papel específico da vitamina D sobre o sistema nervoso central. Pesquisas futuras são necessárias para ratificar os benefícios da suplementação oral de vitamina D sobre a força muscular, oscilação postural e incidência de quedas, tão comuns entre os idosos. Se obtidos resultados positivos, estes poderão nortear a implementação de políticas de saúde para a população geriátrica brasileira, oferecendo uma alternativa barata e eficiente para prevenção das fraturas osteoporóticas.
    produto calcium da forever living.

    quiroshealth@hotmail.com tel-46148815/53920965

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  10. Sobre a vitamina D
    Outros efeitos da vitamina D na célula muscular esquelética relacionam-se ao metabolismo e à síntese protéica. A adição de calcitriol em cultura de tecido de músculo de ratos deficientes aumentou tanto o conteúdo intracelular de ATP, quanto à síntese protéica e em músculo de coelhos raquíticos o conteúdo de troponina C, uma proteína do complexo actinomiosina com alta afinidade pelo cálcio, encontrava-se diminuída quando comparado ao músculo de animais normais. A função muscular também foi estudada, no qual foram encontradas prolongamentos da fase de relaxamento do músculo de ratos deficientes em vitamina D. Mediante o exposto, observou-se que a deficiência de vitamina D produziu uma redução do transporte ativo de cálcio para o interior do RS, processo fundamental para o relaxamento muscula

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  11. Há várias evidências de que a vitamina D participa de dois aspectos importantes da função neuro-muscular: a força muscular e o equilíbrio. Especialmente no que se refere à célula muscular esquelética, sabe-se que a vitamina D atua através de um receptor específico, exercendo ações que envolvem desde a síntese protéica até a cinética de contração muscular, que repercutem na capacidade de realizar movimentos rápidos que evitam uma queda. No entanto, ainda há muito a ser descoberto sobre o papel específico da vitamina D sobre o sistema nervoso central. Pesquisas futuras são necessárias para ratificar os benefícios da suplementação oral de vitamina D sobre a força muscular, oscilação postural e incidência de quedas, tão comuns entre os idosos. Se obtidos resultados positivos, estes poderão nortear a implementação de políticas de saúde para a população geriátrica brasileira, oferecendo uma alternativa barata e eficiente para prevenção das fraturas osteoporóticas.
    produto(calcium da forever living contem magnésio e vitamina D).

    quiroshealth@hotmail.com 011/46148815 /53920965

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  12. Larissa, tenho uma aluna com miopatia e quero saber mais sobre a doença trocando experiência com vc. Meu e-mail é: eliza.lp@hotmail.com um abraço!

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  13. Olá, sei que o site não está muito atualizado, mas gostaria de trocar experiências. Meu filho foi diagnosticado com Miopatia Mitocondrial e gostaria de saber mais a respeito. Grata, Lucianna. E-mail:luciannalanza@gmail.com.

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  14. ola meu filho tem 6 anos e foi diagnosticado com a doença mitocondrial,ele nao nada ainda e so fala mamae queria saber mais sobre a doença

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